sexta-feira, 7 de junho de 2013

O desmaravilhado roteiro cultural



Rio Grande e Pelotas são duas cidades co-irmãs, os 60 km que separam as duas urbes, ao longo dos anos tornaram-se cada vez “menores”, em virtude da ocupação da paisagem e dos melhoramentos da estrada. O tempo dispensado ao deslocamento de quem vai/vem todo o dia deixou de ser uma viajem, se é que chegou a ser algum dia.   




No entanto, por mais que historicamente essas duas cidades possam ter semelhanças nos seus perfis sócio econômicos ou, o que quer que seja, elas não são nada parecidas. 


Tenho uma relação muito próxima com Pelotas, nos últimos 4 anos tenho vivido mais na terra de Eduardo Milk do que na minha querida e provinciana Big River. Este fato, fez com que eu pudesse ter um conhecimento maior dessa cidade, conhecer alguns bares, restaurantes, confeitarias, comércios, vida noturna, programação cultural e, é claro, observar o estilo de vida pelotense, sempre me perguntando, no que eles diferem de nós?


Não que Pelotas seja uma cidade maravilhosa, até acho que não, mas ela se torna interessante no dia a dia exatamente pela diversidade de opções que possibilita para seus habitantes. Independente da sua classe social, estilo de vida, gosto musical ou tipo de diversão preferida, tu podes ter uma certeza, existirá no mínimo uma atração que atende aos teus gostos. 


Lembro-me das manhãs frias de setembro de 2009. Naquela ocasião eu fazia umas cadeiras do mestrado de Ciências Sociais no ICH, que fica localizado na região do Porto de Pelotas. Enquanto eu me deslocava a pé para as aulas, eu ficava a observar a quantidade de cartazes colados nos muros, postes e esquinas. Isso me chamava muito atenção, pois ali ficava evidente, a existência de uma vida cultural pulsante. Com o passar do tempo e minha presença cada vez mais diária nesta cidade, a simples percepção se transformou em uma certeza. 


Se olharmos para o universo cultural artístico de Rio Grande o que se percebe é um profundo e deprimente cenário dominado por meia dúzia de empresários da noite. Digo isso pelo seguinte fato: A cidade não possui um local com infra estrutura adequada para shows de médio e grande porte nacional. Alguns poderiam aqui gritar e me criticar dizendo, a SAC, o Eventual, o centro de Eventos, enfim, eu prefiro nem comentar, é o que se tem mesmo.

Se tratando de boa estrutura para shows, com confortáveis acomodações e uma excelente acústica eu prefiro ficar com a ideia de que o mais próximo do ideal seria o CIDEC da FURG, mas, exatamente por ser um espaço dentro da universidade, a coisa se torna mais complicada. 


Ah!! Mas péra aí Ticiano, tem as boates de Rio Grande, algumas duas são bem grandes. Sim, tem as boates, mas a qual público e estilo musical elas se destinam?

Já foi o tempo em que assistia-se a shows como Engenheiros do Hawai, Nenhum de Nós, Papas da Língua, Ponto de equilíbrio entre outras inúmeras atrações, nos finados República e San Patrick.


Mas enfim, o grande questionamento, acaba não ficando com relação ao local dos shows, particularmente me importaria mais em ter a possibilidade de assisti-los aqui na cidade, do que onde iriam acontecer. 


Todavia, isso é só um devaneio, apenas uma reflexão sobre quanto o dito progresso econômico da cidade, resultou com um paralelo declínio de opções de entretenimento. E não estou aqui tentando puxar a brasa para o assado do lado mais Cult da sociedade. 


Refiro-me também aos pagodeiros (o qual eu me incluía), que nos anos 1990 e 2000 tinham os falidos clubes Esporte Clube União Fabril e a Sociedade Cultural Águia Branca, como ponto de encontro, para assistir shows regionais e nacionais. Até mesmo o Centro de Eventos recebia constantemente grandes shows dos grupos de samba e pagode nacional. E hoje em dia o que tem mesmo, onde acontecem esses shows?




Poderia aqui ficar elencando inúmeras hipóteses para o declínio de opções artístico/culturais na terrinha, mas o que se sobressaí nisso tudo é justamente quando elevamos Rio Grande à comparação com a sua vizinha cidade de Pelotas. As diversas opções de bares, boates, restaurantes, e shows que esta cidade oferece, causa uma inquietação do tipo: Por que não existe um lugar destes em na minha cidade, ou por que estes shows não chegam aqui?
 

Para se ter uma ideia melhor do que estou falando vamos tomar por exemplo os últimos dois meses de programação artístico cultural na cidade de Pelotas. Neste período, ela recebe (u) uma programação de shows com os artistas do porte de: Revelação, Alcione, Mart’nália, Esteban Tavares, Zoso (banda americana cover do Led Zeppelin), O Teatro Mágico, Ana Carolina, Lulu Santos, SPC, Sambô, Almir Sater e Vitor Ramil. Aqui mencionei os shows mais divulgados, devemos levar em conta também o fato de que existe um outro universo paralelo aos grandes shows que é das casas noturnas e bares o qual  volta e meia costumam brindar o seu público com atrações regionais e nacionais. 




Na semana em que a cidade de Pelotas se prepara para receber os shows do Teatro Mágico na Sexta 07/06/2013 e Lulu Santos no sábado 08/07/2013, Rio grande nos possibilita justamente a oportunidade de assistir o que mesmo?


Em contrapartida podemos bater no peito e nos orgulhar, estamos no circuito dos shows nacionais de funk. Só para se ter uma ideia no verão passado recebemos em nossas boates a Mulher filé, O Mc Bola, o Mc Ricardo, Mc Bionce e agora estamos aguardando ansiosamente o Bonde das Maravilhas, que chega em Rio Grande no dia 23/06/2013 no União Eventos (antigo União Fabril). 



Fazer o que né? 


Chupa Pelotas!!!









quarta-feira, 5 de junho de 2013

Feliz dia do meio Ambiente





Dia 05/06/2013, dia Mundial do Meio Ambiente.
Neste dia tão importante gostaria de mandar um grande abraço à todos os queridos moradores dos mais diversos bairros da cidade.

É para vocês que eu escrevo.

Para você que não é capaz de colocar o seu lixo na lixeira, que acha mais pratico atirar na esquina ou no campinho da frente da sua casa. 

É para você seu miserável que faz obra na sua casa e não é capaz de contratar um tele-entulho, despejando assim todo o lixo da construção nas áreas verdes do bairro.

É para você seu insociável que joga o seu lixo no antigo canalete do bairro. 

É para você seu filho da puta que paga 5,00 reais para um carroceiro levar o sofá velho que está ocupando espaço na sua casa e atirar no campo do fundo do bairro.

É para vocês seus bando de porco que atiram latinha de refrigerante, embalagens de alimentos e garrafas pet nas ruas, entupindo os bueiros das ruas da cidade. 

É para você seu viciado que vai para a praia do Cassino no verão bebe e fuma o dia inteiro e não é capaz de colocar o seu próprio lixo produzido em uma sacola, na lixeira. 

Em especial deixo aqui o meu abraço a todos os moradores do Parque Marinha que de uma forma ou de outra se encaixam dentro dessas características. 







As fotos que ilustram este texto foram tiradas por Ticiano Pedroso. O local das fotos é o campo que divide os bairros Parque Marinha e Parque São Pedro. 

sexta-feira, 24 de maio de 2013

A final da direita e esquerda na UEFA Champions League





Assistindo agora o Jornal da Globo, uma reportagem sobre a final da Liga dos Campeões da UEFA, que acontece hoje 25/05/2013 em Londres no lendário estádio de Wembley, uma coisa me chamou muito atenção.

Na reportagem os times finalistas Bayern de Munique e Borussia Dortmund são apresentados, juntamente com uma análise das condições sociais e econômicas de suas cidades. 

Os times são o reflexo do perfil de suas cidades, o Bayern representa a cidade mais rica, com taxas de desemprego que giram em torno dos 4,9% e com tendências política mais à direita.

O Borussia, representa uma cidade industrial, que sobrevive basicamente do setor de minérios, com taxas de desemprego que batem os 12,6% e de tendências políticas esquerdistas. 

A reportagem poderia, como deve ter passado para muitos despercebida, porém para esta pessoa que escreve, no mínimo soa como algo distinto e instigante o destaque dado, para as duas posições políticas de cada cidade, recaindo sobre o velho antagonismo lógico do bom e do ruim, do certo e do errado do bem e do mal, do rico e do pobre da direita e da esquerda. 

Marx a esquerda, Adam Smith a direita. Dois dos maiores expoentes dos pensamentos políticos de direita e esquerda mundial.

 Ao longo da história do futebol mundial, muitos times amadores se formaram em indústrias e bairro operários, era uma forma de acirrar a rivalidade além do campo econômico, transformando o passatempo dos trabalhadores em competição e lazer. Com o crescimento do esporte ouve a profissionalização de muitos desses clubes, o qual vieram ou não a se tornar grandes entidades esportivas, com milhares de torcedores, espalhados pelo o mundo a fora. 

A fórmula é quase que única, e se aplica a quase todos os países do mundo e seus respectivos clubes de origem operária.


fábrica X + trabalhadores da fábrica X + Bairro da fábrica X + lazer dos moradores do bairro X = TIME DE FUTEBOL X


O Jornal da Globo, destaca-se por ser um noticiário completamente distinto dos demais programas do gênero transmitidos pela emissora dos Marinhos. Primeiramente pelo horário o qual ele vai ao ar, por volta da 00:30. O tom de luz mais baixo, cenário de madeira com uma redação ao fundo, a linguagem mais rebuscada nas reportagens e análises, fazem deste programa um “filé mignon” da grade jornalística.

Todavia, uma reportagem neste jornal, que verse somente sobre a final da UEFA Champions League, não poderia vir somente acompanhada de uma apresentação dos times. 

A notícia foge da mídia convencional esportiva, onde o enfoque é dado para os atletas, treinadores, táticas e preparação.  O caráter social, econômico e político das duas cidades Alemãs foi o mais ressaltado, e dentro disso tudo, o time rico da direita é que joga mais bonito com jogadores caros e importados de outros países. O pobre da esquerda, "da Alemanha profunda dos operários" do joga com raça, composto basicamente por alemães, tendo na sua fanática torcida a sua principal força. 




Pelo histórico da Rede Globo e o tom da reportagem podemos imaginar para quem será a torcida deles, e para qual time o Galvão Bueno gritará mais forte o Gol. Eu, como pesquisador dos bairros e subúrbios operários que sou, já tenho a minha torcida, mas, isso é questão ideológica mesmo.  

Como diria um louco por aí, isso é só o que eu vejo, nada de mais!! 

Link da reportagem, Jornal da Globo, 25/05/2013
http://globotv.globo.com/globocom/liga-dos-campeoes-da-uefa/t/edicoes/v/bayern-de-munique-e-borussia-dortmund-se-enfrentam-na-final-da-liga-dos-campeoes/2595174/

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O velho, bom e moderno Brito



O recente alagamento ocorrido em alguns pontos da cidade de Rio Grande trouxe à tona um assunto que há quase 90 anos se perpetua como um dos grandes problemas a ser resolvido em nossa cidade: A rede de esgotos e o escoamento das águas das chuvas.

Rua General Vitorino esquina com a rua Francisco Marque. Fonte: Belas Imagens Rio-Grandinas
http://www.facebook.com/belas.imagens.rg?fref=ts


No final do século XIX Rio Grande crescia física e demograficamente. Dentro das demandas de uma cidade que se urbanizava de maneira contínua, a discussão quanto a rede de esgotos surgia como um importante passo para uma cidade saneada. Tamanha era repercussão desse assunto, que ele ocupava sistematicamente as páginas dos relatórios da Intendência Municipal, espaço em que se especulava e desejava tal empreendimento.

Naquele período, a questão do abastecimento de água se apresentava como o principal obstáculo a ser resolvido pelas nossas autoridades locais. A virada política no cenário nacional e a ascensão republicana ao poder, fez emergir uma série de debates higienistas e discursos modernizadores.

Para estar dentro do conceito republicano de cidade, era preciso ser uma cidade limpa, saudável e higiênica. Rio Grande estava muito distante de atingir estes conceitos, chegando a ser considerada uma das cidades mais sujas e infectas do Estado. Fazia-se mais do que necessário a elaboração de um projeto de abastecimento de água e rede de esgotos para a emergente urbe. 

A Rio Grande do início do século XX era uma cidade que vivia tempos rápidos, precisamente marcados pelos apitos das indústrias locais. Tratava-se de um local estratégico para as finanças do Estado, um centro comercial por onde entravam e saíam os mais variados produtos da economia regional e nacional. O velho porto, já não comportava a demanda de cargas e também não tinha condições de receber navios de maiores calados, o que de alguma maneira, acabava transferindo o atraque destes cargueiros para o porto vizinho de Montevidéu.

A necessidade de modernizar a cidade, ou seja, adaptá-la ao contexto ao qual estava inserida, era uma tarefa desafiadora para as autoridades locais, que se engalfinhavam em acalorados debates sobre quais seriam as melhores formas de se atender a esta demanda.
As obras de construção do Novo Porto se iniciaram em 1907, no mesmo ano, chegava à cidade – a pedido da Intendência Municipal- o famoso engenheiro sanitarista Francisco Saturnino de Brito.


O engenheiro sanitarista Francisco Saturnino de Brito

Brito, na época, era a maior autoridade do assunto saneamento no Brasil. Havia realizado os inovadores projetos de saneamento das cidades de Recife, Campos e Santos. Foi chamado à Rio Grande, para elaborar justamente um projeto de abastecimento de água e redes de esgotos.

Durante sua estadia na cidade, Saturnino de Brito, visitou diversos lugares onde poderiam ser feitas a captação de águas, constatou justamente que as águas da região eram boas, próprias para o consumo, entretanto, devido a fatores distanciais e financeiros optou pela região da antiga área destinada a Companhia Hidráulica Riograndense. 

Brito retorna para o centro do país, onde mantinha seu escritório, e o seu projeto de abastecimento de água e saneamento de Rio Grande é engavetado, por nossas autoridades, por considerarem suas idéias inovadoras demais e consequentemente, muito caras.  Para se ter uma pequena dimensão do complexo projeto desenhado por Saturnino de Brito, ele propunha uma rede doméstica com duas tubulações distintas identificáveis. A água destinada a fins não consumíveis seria retirada do Saco da Mangueira, em contrapartida, a água do consumo doméstico seria facilmente identificada pela tubulação de cobre sendo esta extraída dos poços de captação da Hidráulica. 

Passado alguns anos, Francisco Saturnino de Brito recebeu novamente uma correspondência da Intendência Municipal do Rio Grande, dessa vez o engenheiro se encontrava na cidade de Recife, Pernambuco. No entanto, a correspondência não era para comunicar o fato de que ele seria o responsável pela implantação do projeto e sim, um pedido de formal de desculpas onde era colocada a falta de verbas como o principal elemento o qual impossibilitava a realização do projeto. Todavia, neste pedido de desculpas, também existia outro pedido. O de que: Pudessem ser aproveitadas algumas de suas idéias e substituídos alguns materiais, por outros de menor preço. Brito autorizou com uma ressalva! Que fosse comunicado a ele as alterações propostas. 

As obras, agora sob a chefia do também engenheiro sanitarista Florisbello Leivas tiveram início no ano de 1918 e devido a fatores financeiros e extras - até mesmo a Primeira Guerra Mundial chegou a paralisar as obras, pois os encanamentos foram comprados na Inglaterra e se encontravam trancados no porto de Liverpool – demorou muito tempo para que houvesse a consolidação do projeto.

Em 21 de Agosto de 1923 em uma celebração regada a champagne, no salão do paço Municipal, era extinta a comissão de saneamento. As obras de abastecimento de água e rede de esgotos haviam terminado. Assim, Rio Grande se inseria no seleto grupo das cidades republicanas modernas e saneadas. 

Historicamente antigas questões emergem a partir do tempo presente e nos fazem refletir. Quase 90 anos depois, percebe-se que o advento da modernidade ainda é um assunto recorrente na provinciana Noiva do Mar, uma vez que, estamos passando por um período de investimentos locais e muitos bairros da cidade ainda carecem de um sistema de rede de esgotos. Mas, o assunto se faz atual, exatamente pelo fato de que na época de Saturnino de Brito, o projeto de abastecimento de água e esgotos visava justamente atender o centro urbano, nicho de concentração da burguesia local. A população trabalhadora, concentrada já nesse período no bairro Cidade Nova e no Cedros, assistiu ao projeto de saneamento do Rio Grande de longe, tirando água da cacimba e armazenado-a em latas e tinas. 



Rua General Vitorino. Fonte: Belas Imagens Rio-Grandinas.
http://www.facebook.com/belas.imagens.rg?fref=ts


A modernidade se fez presente no Rio Grande, para alguns poucos, que podiam pagar por ela. Saturnino de Brito havia antecipado o crescimento da cidade prevendo futuros problemas, mas nossas autoridades locais negaram-se a investir em um projeto de saneamento eficaz e inovador, optando pelo genérico, inconcluso. Hoje o que assistimos é um sistema de saneamento que está ultrapassado, necessitando ser revisado, e quem sabe, das idéias do velho bom e moderno Brito, não possam surgir novas possibilidades de um novo sistema diligente e que, acima de tudo esteja ao acesso de todos. 

terça-feira, 12 de março de 2013

As viúvas desvalidas


 A novela envolvendo a apuração dos resultados do Carnaval de Rio Grande, trouxe à tona uma série de reclamações e informações desencontradas com relação a organização deste evento. 
Como é de costume pelas terras brasilis o jogo do empurra empurra e acusações descabidas predominam no que tange a qualquer tipo de informação mais detalhada. O presidente da liga Sandro TC acusa a Prefeitura de não dar o suporte necessário, acusa o secretário de estar dormindo de ressaca, fato este que ocasionou no não recebimento das urnas e a consequente ida destas para Porto Alegre junto com os jurados. O presidente da Liga também acusa e desmente o Comandante da Brigada, enfim...
Por outro lado, a Prefeitura diz que não era seu papel estar lá para receber as urnas, que a sua única obrigação com o carnaval era referente a estrutura, o qual foi dada. 
Não é meu objetivo aqui ficar dissertando sobre essa novela, mas sim, questionar o quanto estranho está tudo isso. Após estes episódios ocorridos, começou a circular nas redes sociais uma leva de postagens com forte cunho político partidário, bombardeando a atual administração. 
 
 
O que eu vejo disso tudo?
Viúvas Brancas saudosas do poder choramingando e derramando um monte de boatos sem o menor sentido.
Acho que existe uma solução mais amigável para isso tudo, já que o PT se coligou com o PPS na Prefeitura de Rio Grande, e no Governo Federal PT e PMDB constituem a base governamental, proponho o seguinte: Dá um Cc Master Gold Ultra para o Fábio, assim ele consegue encoxar boa parte das suas viúvas desvalidas e essas "ovelhinhas" vão parar de vomitar porcaria nas redes sociais. 
Assim, o Sandro TC (Presidente da Liga Carnavalesca), filiado ao PMDB, pode continuar fazendo todas as merdas que sempre fez, pode continuar mantendo através de obscuras relações um carnaval que demonstrou toda a sua podridão, justamente quando ouve uma mudança partidária no Paço Municipal.
O Lazier Martins também mudará o seu discurso, como foi possível perceber hoje, se até o ano passado Rio Grande era a oitava maravilha, agora ela é uma cidade de desafios, o qual o novo Prefeito (ele não sabe nem pronunciar o nome) terá imensos desafios pela frente. 
Não vejo problemas, Rio Grande é uma cidade previsível, onde as tradicionais famílias lutam como abutres pelas carniças do poder. Ainda veremos muitas outros episódios deste tipo. Esse é apenas o segundo, o primeiro foram as invasões de terrenos públicos. 
E a novela segue, voltaremos!!!
OBS: As imagens utilizadas neste texto são print da tela, não edito imagem escondendo o nome das pessoas que compartilham ou postam. Quer privacidade, não cria conta em uma rede social.